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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. PUSICH. (Antónia Gertrudes) BIOGRAFIA DE ANTONIO PUSICH. [ENCADERNAÇÃO ARMORIADA.]Contendo 18 documentos de relevantes serviços prestados a Portugal por este illustre varão. RESUMO DA HISTORIA DA REPUBLICA DE RAGUSA e sua antiga litteratura. Por… Lallemant Frères Typ. Lisboa. 1872. In 4.º de 23x16 cm. Com viii-152 págs. Encadernação da época armoriada inteira de marroquin azul escuro com ferros a ouro nas esquadrias das pastas e super-libris armoriado com a Coroa Real de Portugal. Cortes dourados por folhas e as guardas em papel decorativo acetinado. Ilustrado com gravuras extra-texto com os retratos da biografa e do biografado. Exemplar com ex-libris da biblioteca de António Capucho. Raro. Muito importante para a história do fim do Antigo Regime, com a corte no Basil, e a revolução liberal de 1821 a 1833, em especial os acontecimentos no Arquipélago de Cabo Vede, pois a autora foi testemunha ocular de tudo o que narra e descreve nesta obra. Está dividida num extenso Proémio e duas partes: Primeira parte, Dias de prosperidade (1760-1821); Segunda parte, Dias de tribulação (1821-1833). Inclui 4 poesias da autora em memória do pai, a transcrição de 18 documentos, entre eles: Cópias das actas das sessões da Junta do Melhoramento da Agricultura de Cabo Verde; Parecer sobre as descobertas de minas de ouro e de prata em Cabo Verde; diversas certidões em especial a certidão dos serviços prestados, de 1831; Preâmbulo à descrição hidrográfica das Ilhas de Cabo Verde. Inclui também um resumo da história de Ragusa e breves notas sobre obras literários e históricas de autores de Ragusa. Antónia Gertrudes Pusich (São Nicolau, Cabo Verde, 1805 - Lisboa, 1883) escritora, poetisa, jornalista, música. Filha de António Pusich. Foi a primeira mulher a fundar e dirigir jornais em Portugal. Foi intransigente católica, apesar de ter pertencido a uma loja macónica, muito fiel à família real e ao mesmo tempo feminista, tendo defendido o direito das mulheres à instrução numa verdadeira cruzada. Foi principalmente uma poetisa sendo a sua primeira obra impressa um soneto dedicado a António Feliciano de Castilho, publicado em Outubro de 1843 na revista “Correio das Damas". Escreveu várias peças de teatro, de que só foi impresso o drama, Constança, em 1853, tendo ficado em manuscrito mais seis peças; escreveu muitas poesias que foram publicadas em jornais ou ficaram manuscritas, dois opúsculos de intervenção político-social e dois romances, um em prosa e outro em verso, Olinda Foi interprete e compositora de peças musicais, sendo desconhecido o paradeiro de muitas delas com excepção de uma Valsa, impressa, em Lisboa, por J. P. Ziegler & Companhia, no ano de 1850. Mas o campo onde mais se evidenciou foi como jornalista tendo fundado, dirigido e sido redactora de três jornais: A Assembléa Litteraria: jornal de instrução, 1849 a 1851;, A Beneficencia, 1852 a 1855 e A Cruzada, jornal religioso e literario, 1858, tendo além disso vasta colaboração de jornalista e de poetisa em muitas publicações periódicas da época. António Pusich (Ragusa, 1760 - Lisboa, 1833) militar croata que veio para Portugal, (naturalizou-se em 1791) e foi Intendente-geral da Marinha da capitania de Cabo Verde, desde 1801 a 1810 e Governador da Capitania de Cabo Verde de 1818 a 1821. Ref: Maria de Lurdes Caldas - Apresentação. In: Olinda ou a Abbadia de Cumnor-Place. Praia: Livraria Pedro Cardoso, 2024. Maria de Lurdes Caldas - Antónia Pusich: uma mulher invulgar. Coimbra: Minotauro, 2022 Nikica Talan - Antónia Pusich: vida e obra. Zagreb/Dubrovnik. Hazu, 2006 Nikica Talan - In memorian à esquecida Antónia Gertrudes Pusich. SRAZ L,, 145-192 (2005) Inocêncio I, 77. Referência: 1104JC036
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