RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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BUNDETO, Carlos. EL ESPEJO DE LA MUERTE,

em que se notan los Medios de preparar-se PARA MORIR, Por consideraciones sobre la Cena, la Passion y la Muerte de JESU CHRISTO, con muy Curiosas Empresas Emblematicas explicadas por Don CARLOS DE BUNDETO. EN AMBERES, En Casa de JORGIO GALLET, M. D C C. [1700].

In-4.º de 25x20 cm. com 110 [iii] pags.

Frontispício impresso alternadamente a preto e vermelho.

Encadernação recente em inteira de mosqueada ao gosto da época.

Ilustrado com 42 gravuras de emblemática. Exemplar com antigas e ténues manchas de humidade marginais.

'Gravuras de página inteira com emblemática seguida por um comentário em prosa. As gravuras estão junto ao comentário em prosa e foram gravadas por Romeyn De Hooge. Praz assume o trabalho a ser uma tradução de Daniel de la Vigne do 'Spiegel om wel te sterven', Amsterdam, Stieger, 1694. Peeter-Fontainas conclui que o Espejo foi publicado pela primeira vez em espanhol antes de 1673' [in Pedro F. Campa em 'Emblemata Hispânica: Uma Bibliografia Comentada de Literatura Emblemática espanhola até ao ano de 1700'].

Livros de “emblemática” contendo representações pictóricas cujo significado simbólico é expresso em palavras foram produzidos em grandes quantidades e em vários idiomas durante os séculos XVI e XVII. Nos estudos do Renascimento e do Barroco, os críticos literários e os historiadores de arte reconhecem cada vez mais a importância deste tema: emblema/emblemática. A emblemática fornece pistas importantes e mostra - com brevidade de estilo – a preocupação com a natureza eterna do homem e as suas contradições; o ouvido atento ao discurso oral popular; o desdobramento da personalidade; a loucura; a reflexão sobre a existência humana; a relação entre o homem e a mulher; a luta entre a razão e a paixão; e uma sátira à sociedade, às suas regras e aos seus governantes.

Palau 1990, I 288. “Los grabados son bellos y muy bien tirados.”

 In 4º (25x20 cm) with 110 [iii] pags.

Binding: later full calf gilt at spine. Title page is a two-color printing. Copy with foxing and slight water staining in places. Illustrated with 42 plates with emblematica.

Palau 1990, I 288. “The engravings are beautiful and well printed”.

“Full page emblematica engravings with facing scriptural mottoes in Spanish and in Latim followed by a prose commentary. The engravings are by a prose commentary. The engravings are by Romeyn De Hooge. Praz assumes the work to be a translation of Daniel de la Vigne’s “Spiegel om wel te sterven”, Amsterdam, Stieger, 1694. Peeter-Fontainas concludes that the Espejo was first published in Spanish before 1673”. [in Pedro F. Campa, 'Emblemata Hispanica: An Annotated Bibliography of Spanish Emblem Literature to the Year 1700']

Emblem books containing pictorial representations whose symbolic meaning is expressed in words were produced in great quantities and in numerous languages during the 16th and 17th Centuries. Today literary critics and art historians increasingly recognize the importance of the emblem in Renaissance and Baroque studies.

Emblematica provides important clues and shows - with brevity of style - concern for the eternal nature of man and its contradictions, the attentive ear to the popular speech, the unfolding of the personality, madness, the reflection on human existence, the relationship between man and the woman, the struggle between reason and passion, and to the satire of society and its rules and rulers.

 

 


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Referência: 1107CS010

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