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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. MELLO. (D. Francisco Manuel de) HISTORIA DE LOS MOVIMIENTOS, Y SEPARACION DE CATALUÑA;y de la Guerra entre LA MAGESTADE CATOLICA de Don Felipe el Cuarto Rey de Castilla, y de Aragon, Y LA DEPUTACION GENERAL de aquel Principado. DEDICADA OFRECIDA, Y CONSAGRADA a la Santidad del Beatissimo Padre INOCENCIO DECIMO PONTIFICE SVMO MAXIMO ROMANO. Escrita por Clemente Libertino. En San Vicente [LISBOA]. Año 1645. Por Paulo Craesbeeck Impressor de las Ordenes Militares. In 4º (de 21x15 cm.) com [vii]-165 fólios. Encadernação (séc. xviii) ao gosto da época; inteira de pele mosqueada com finos ferros a ouro na lombada. Inocêncio, II, 437 e 439: D. FRANCISCO MANUEL DE MELLO, Cavalleiro da Ordem de Christo, Commendador das commendas de Sancta Maria d'Assumpção do logar d'Espichel e Oyão, de Sancta Maria do Hospital, e de S. Simão de Vianna, foi natural de Lisboa, e n. a 23 de Novembro de 1611, de familia mui nobre. Fez os seus estudos no collegio de Sancto Antão com os jesuitas, e ahi concluiu com grande distincção o curso de humanidades, tornando se egualmente perito na philosophia e theologia. Aos 17 annos, por morte de seu pae, determinou seguir a vida militar, e passando a Castella fez varias campanhas navaes e terrestres, chegando ao posto de Mestre de Campo, e servindo como tal nas guerras de Flandres e Catalunha. Achava se n'esta ultima, quando rebentou em Portugal a revolução do 1.° de Dezembro de 1640, pela qual foi abrogado o dominio hespanhol, e proclamado rei o Duque de Bragança. Então D. Francisco Manuel deixando para logo o exercito castelhano, tractou de recolher se á patria, e o executou, não sem perigo, discorrendo por Inglaterra e Hollanda, e entrando finalmente em Lisboa, bem alheio de pensar na má sorte que o esperava. Historia de los movimientos y separacion de Cataluna, y de la guerra entre la magestad catolica de Don Filippe el cuarto, rey de Castilla, y la Deputacion de aquel principado. S. Vicente (Lisboa), por Paulo Craesbeeck 1645. 4.º de V 165 folhas numeradas só na frente. Saíu nesta primeira edição com o nome supposto de Clemente Libertino. Apezar do menosprezo em que o auctor inculca ter esta sua obra, dizendo na carta 8.ª da 1.ª centuria, escrita ao doutor João Baptista Morelli: «Creo no ha perdido nada el libro faltando le mi nombre, ni mi nombre faltando le el libro» o conceito dos entendidos declarou se altamente em sentido contrário, avaliando a desde logo pelo que na realidade era. Foi tal a estima que mereceu, que ainda naquele século obteve duas reimpressões (ambas ignoradas de Barbosa), a saber em 1692 e 1696, sendo esta última feita em Lisboa, por Bernardo da Costa de Carvalho, em 4.º Ainda hoje é tida como um dos mais bem acabados troços de história, que os espanhoes possuem no seu idioma. No século presente se fizeram dela duas edições, uma em Madrid, na Imp. de Sancha 1808. 8.º gr.; outra formando parte do Tesoro de Historiadores Espanoles, que é o tomo XVIII da Collecion de los mejores autores da mesma nação, publicada pelo livreiro editor Baudry, París 1840. 8.º gr.” Palau 1990, V, 130: 'Primera edición de esta célebre obra, publicada bajo el seudónimo. Antes de la gran guerra se vendian en Cataluña de 50 a 60 pts, pero actualmente se estima en 100 pesetas.' Referência: 1111JC006
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