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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. CRUZ E SILVA. (António Diniz da) ODES PINDARICAS,POSTHUMAS DE ELPINO NONACRIENSE. COIMBRA, na Imprensa da Universidade, 1801. In 16º (de 13x8 cm) com 258-(i) pags. Encadernação da época em pergaminho flexível. Inocêncio I, 123: Antonio Diniz da Cruz e Silva, Cavaleiro professo na Ordem de S. Bento d’Avis, Doutor na faculdade de Direito Civil pela Universidade de Coimbra; seguiu os logares de magistratura até o de Chanceler da Relação do Rio de Janeiro; sendo ultimamente nomeado Conselheiro do Conselho Ultramarino, cargo de que consta tomara posse, mas que não chegou a exercer. Nasceu em Lisboa, na freguesia de Santa Catarina a 4 de Julho de 1731, e morreu no Rio de Janeiro no ano de 1799 ou principio de 1800, sem que todavia seja possível designar a data precisa do seu falecimento. ODES PINDARICAS posthumas d’Elpino Nonacriense. Coimbra, na Imp. da Univ. 1801. 16.º de 258 pag. ODES PINDARICAS de Antonio Diniz da Cruz e Silva, chamado entre os pastores da Arcadia Portugueza Elpino Nonacriense. Londres, na Off. de T. C. Hansard. 1820. 12.º gr. de VI 224 pag. Estas duas edições das Odes pouco diferem entre si. A segunda recomenda-se pela maior nitidez dos tipos. Ambas porém são incompletas, pois compreendem apenas 34 odes em vez das 44 que se acham na edição de Trigoso. Comparando-as vê-se, que nesta última acrescem as odes I, XII, XV, XIX, XXXVII, XXXIX, XL XLI, XLIII, XLIV. Todavia a lição das odes nas edições de Coimbra e Londres e em geral preferível à de Lisboa, porque o editor desta, apesar da sua preconizada erudição, nem sempre foi feliz na escolha das variantes, e aproveitou algumas vezes o pior”. Referência: 1205JC122
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