RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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HENRIQUES DE PAIVA. (Manuel Joaquim) PHARMACOPOEIA COLLEGII REGALIS MEDICORUM LONDINENSIS,

ADDITAMENTIS ET ANIMADVERSIONIBUS AUCTA, AB EMMANUELE JOACHIMO HENRIQUIO DE PAIVA, PHILOSOPHO AC MEDICO. OLISIPONE: Ex Typograf. Regalis Academiae scientarum olisiponensis. Anno M. DCC. LXXXXI. [1791].

In 12º (de 14x10 cm) com xxii, [i], 203 pags.

Encadernação da época inteira de pele com cantos cansados e galeria de traça na coifa e na pasta posterior, afectando margem das últimas 30 páginas da obra.

Exemplar com leves manchas de humidade e 2 ex-libris oleográficos sobre a folha de rosto.

Obra contém uma versão latina da farmacopeia do Real Colégio Médico de Londres, impressa na Academia Real das Ciências de Lisboa.

INOCÊNCIO VI, 17 e XVI, 232: “Obras alheias, que o Dr. Paiva ordenou, corrigiu, aditou ou fez imprimir: ... 792) Pharmacopeia Collegii Regalis Medicorum Londinensis, additamentis et animadversionibus aucta. Olisipone, ex Typ. Reg. Acad. Scientiarum Olisiponensis 1791. 8.º

Manuel Joaquim Henriques de Paiva, Fidalgo da Casa Real, e Cavaleiro professo na Ordem de Cristo, Doutor em Medicina pela Universidade de Coimbra, e na mesma Lente na faculdade de Filosofia, com exercício da cadeira de Farmácia em Lisboa; Médico da Câmara Real; Deputado da Real Junta do Proto-Medicato; Censor Régio da Mesa do Desembargo do Paço; Sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa (da qual se retirou no ano de 1787, instigado de desconsiderações que julgou praticadas a seu respeito por esta corporação); da de Estocolmo; da de Medicina de Madrid; da Sociedade Económica de Harlem, etc. Nasceu em Castelo Branco em 1752. Foi seu tio paterno o célebre médico António Nunes Ribeiro Sanches. Cultivou com assiduidade e proveito os estudos próprios da sua profissão, merecendo ser tido de justiça por um dos mais inteligentes e laboriosos entre os médicos portugueses seus contemporâneos. Mostrando se de algum modo afeiçoado ao governo francês no período da invasão deste reino pelo exército do comando de Junot, foi depois perseguido como jacobino, preso, e por sentença do Juízo da Inconfidência em 1809 exautorado de todos os cargos que exercia, e das honras de que gozava, e condenado a degredo para o ultramar. Tem se dito que sofrera também a pena infamante de açoutes, porém tal afirmativa é inexacta. Passados anos, e tendo estabelecido a sua residência na cidade da Baía, capital da província do mesmo nome no Brasil, foi por decreto de el rei D. João VI de 1818 reintegrado em todas as honras e prerrogativas de que o privara a referida sentença. O seu retrato gravado a buril anda nas Memorias de Historia Natural abaixo mencionadas. Para a sua biografia vej. as Memorias Biographicas dos Medicos e Cirurgiões Portuguezes, pelo Dr. Rodrigues de Gusmão. O Dr. Henriques de Paiva recebeu em 1824 nomeação para reger também, com a cadeira de Farmácia, a de Matéria Medica e Terapêutica do Colégio Médico-Cirúrgico da Baía. Morreu em 1829”.


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Referência: 1211JC020

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