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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. OLIVEIRA. Francisco Xavier de, Cavaleiro de). CARTAS FAMILIARES, HISTÓRICAS, POLITICAS, E CRITICAS.Discursos sérios e jocosos. Dedicados á excellentissima senhora Condessa de Vimioso. Por… Cavaleiro Prophesso da Ordem de N. S. Jesus Christo. Amsterdam. 1741. Lisboa. 1855. Seguido de: VIAGEM À ILHA DO AMOR: escrita a philandro e dedicada ao Illustrissimo ao Illustrissimo Senhor Diogo de Mendoça Corte-Real. Por… Cavaleiro Prophesso da Ordem de N. S. Jesus Christo. Haya. M. DCC. XLIV. [1744]. Obra em 3 volumes. In 16º (de 14x9 cm) com (vi)-614-viii; vi-579-xvii; e vi-413-57-xii pags. Encadernações da época com lombadas em pele com finos ferros decorativos a ouro, com charneiras da lombada cansadas. Inocêncio (VIII, 90) não refere esta edição: “Francisco Xavier de Oliveira (1.º), mais conhecido fora de Portugal pelo nome de Cavalheiro Oliveira, nasceu em Lisboa a 21 de Maio de 1702, sendo filho de José de Oliveira e Sousa, Contador dos Contos do reino, e de D. Isabel da Silva Neves. Foi Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, e Professo na Ordem de Cristo. Serviu como Oficial no tribunal dos Contos, dos quatorze até os trinta e um anos de idade, e achava-se no estado de viúvo, quando por óbito de seu pai foi nomeado para o substituir na qualidade de Secretario do Conde de Tarouca, então ministro plenipotenciário em Viena de Áustria. Aos 19 de Abril de 1734 saiu a barra de Lisboa, deixando a pátria, para mais não torna-la a ver. Chegado àquela corte nela desempenhou o seu emprego por alguns anos, travando conhecimento com as pessoas mais distintas da época, e obtendo muito grande estimação, devida aos dotes do seu espírito jovial e prazenteiro, e à variada instrução que possuía. Por motivos que ainda são para mim misteriosos, apesar do que se tem dito, largou o cargo de Secretario, e passou para Holanda em 1740. Aí começou a publicar as suas obras, procurando com isso os recursos de que carecia para manter-se, por se achar exausto de meios. Em 1744 transportou-se para Inglaterra, e passados anos resolveu-se a abjurar publicamente a religião católica romana, abraçando o protestantismo, que parece já seguia em seu coração desde muito tempo. Os seus biógrafos não concordam na data certa do ano em que teve lugar o acto solene da abjuração. O facto é, que perdeu com este procedimento toda a protecção e recursos, que ainda poderia esperar de Portugal, ficando desde então á mercê dos seus novos correligionários, de cujas liberalidades viveu daí em diante. Alguns escritos, que publicou por ocasião do terramoto de 1755, em que pretendia semear nos ânimos de seus compatriotas as doutrinas protestantes, e persuadi-los a trocarem por aquelas as da igreja romana, que alcunhava de supersticiosas, heréticas, e indignas da majestade divina, chamaram sobre ele a atenção do tribunal da Inquisição. Formou-se-lhe processo como ausente, e a final foi sentenciado como herege, revel, convicto e relaxado em estátua á justiça secular; executou-se a sentença no auto da fé celebrado em Lisboa a 20 de Setembro de 1761, o mesmo em que também padeceu o celebre jesuíta Malagrida”. Referência: 1308JC022
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