RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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CAMÕES. (Luís Vaz de) OS LUSIADAS, POEMA DO GRANDE LUIS DE CAMOÉS, SEGUNDO O LEGITIMO TEXTO.

TOMO PRIMO [+TOMO SEGUNDO]. AVINHAÕ, NA OFFICINA DE FRANCISCO SEGUIN. 1818 [Acha-se em Paris, na Loja de T. Barrois filho, Quai Voltaire, n.º 11].

In 8º (de 16x10 cm) com li, 202 + 270, [i] págs.

Encadernações artísticas da época inteiras de pele marroquin castanho com finos ferros a ouro rolados nas esquadrias das pastas. e com florões a seco em super-libris.

Exemplar com título de posse manuscrito a tinta nas folhas de guarda anteriores.

Esta edição contém o Aviso ao leitor sobre a origem da versão original em que é baseada (a segunda com as alterações de Manuel de Faria e Sousa); um Discurso preliminar apologético e critico; uma Breve Analise do Poema; setenta páginas com todos os nomes próprios mencionados na obra; e um anúncio comercial do editor Francisco Seguin sobre outras obras publicada em ingês e italiano.

Inocêncio V, 263: «Os Lusiadas, poema do grande Luis de Camões. Segundo o legitimo texto. Avinhão, na Offic. de Francisco Seguin 1818. 8.º port. ou 12.º francez. 2 tomos com LI 202 pag., e 270 pag. O editor, segundo elle proprio declara, seguiu o texto de Manuel de Faria e Sousa, guiando-se pelas edições do P. Thomás de Aquino, do qual tambem transcreveu o discurso preliminar, a idéa geral do poema, e a vida de Camões. O tomo II acaba com o index dos nomes proprios de João Franco Barreto. Collecções Norton e Adamson. O exemplar d"esta foi vendido por 2 sh. 6 d.».

Inoicêncio IV, 136: «Os Lusiadas, Poema do grande Luis de Camões, seguindo o legitimo texto. Avinhão, na officina de Francisco Seguin. 1818. 8.º 2 tomos, com lj-202 e 270 pag. - Parece-me que o editor foi Theophilo Barrois, pelo menos a declaração da venda, que vem no verso do anterrosto, só respeita a esse livreiro parisiense. No aviso previo (pag. V) temos a menção do processo seguido para esta edição «O discurso preliminar, e a vida de Luis de Camões, são extrahidos das edições das Obras d'este insigne Poeta, recentemente publicadas em Lisboa pelo senhor Thomas Joseph de Aquino. As Estancias que servem de declarar o argumento de cada um dos dez Cantos do Poema, são de João Franco Barreto, philologo notavel do XVII seculo, author tambem do indice dos nomes proprios, ajuntado no fim da obra, no qual acha-se copiosa noticia da mythologia e historia que o Poeta toca. Emquanto ao Texto do Poema, temos seguido a famosa edição de Manuel de Faria e Sousa...» A declaração do livreiro Barrois, que todavia se vê bem expressa na edição de 1820, acima notada, não saíu em alguns exemplares. A bibliotheca nacional de Lisboa possue dois, n'um vem, em outro não, no verso do anterosto do tomo (tomo primo, sic.). Possuam tambem exemplares, em Lisboa: os srs. Fernando Palha, João Antonio Marques, Antonio Augusto de Carvalho Monteiro, João Henrique Ulrich, Antonio Maria dos Santos Agard e a Bibliotheca da Imprensa Nacional; no Porto, os srs. José Carlos Lopes, Antonio Moreira Cabral, Narciso José de Moraes, e Tito de Noronha; e no Rio de Janeiro, a Bibliotheca Nacional. No leilão de Sousa Guimarães, um exemplar foi vendido por 1$000 réis; e no de Gomes Monteiro, por 4$800 réis».

José do Canto pag. 17, nº 59.

Palha 1659.


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Referência: 1505JC010
Local: SDC AQ1.

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