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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. MELLO DE CASTRO, Julio de. HISTORIA PANEGYRICA DA VIDA DE DINIS DE MELLODE CASTRO, PRIMEYRO CONDE DAS GALVEAS. Do Conselho de Estado, e Guerra dos Serenissimos Reys D. Pedro II. e D. João V. ESCRITA POR… Seu Sobrinho. OFFERECIDA A ELREY NOSSO SENHOR D. JOAÕ V. LISBOA: Á custa de Luiz de Moraes Mercador de Livros á Praça da palha. Anno M. DCC. LII. [1752]. In 4º (de 19x14 cm) com xxxviii pags, 1 gr., 440 pags. Encadernação da época inteira de pele com rótulo vermelho e nervos na lombada. Rosto impresso a uma só cor. Ilustrado com uma gravura do retrato de meio corpo de D. Dinis de Mello em uma oval sobre o seu escudo de armas, sendo uma variante iconográfica da edição anterior. 3ª edição desta obra que trata das batalhas da Restauração da Independência incluindo as campanhas de D. João de Áustria em Portugal. Edições anteriores:1ª edição em 1721; e 2ª edição em 1744. Inocêncio V, 162. “um dos primeiros cincoenta academicos da Academia Real de Historia Portugueza, e o primeiro que faleceu logo no anno seguinte ao da organisação d"aquelle corpo. - M. a 17 de Fevereiro de 1721, contando 63 annos de idade. Tinha nascido em Goa, no tempo em que seu pae Antonio de Mello e Castro governava aquelles estados. - E. 5068) Historia panegyrica da vida de Diniz de Mello, primeiro conde das Galvêas do conselho de estado e guerra dos reis D. Pedro II e D. João V. Lisboa, por José Manescal 1721. fol. de XLII-498 pag., com o retrato de Diniz de Mello. - E segunda vez impressa, ibi, na Offic. de Antonio Duarte Pimenta 1744 (e não 1745 como se lê na Bibl. de Barbosa) 4.º de XL-438 pag. - Sahiu terceira vez, á custa de Luis de Moraes e Castro, ibi, 1752. 4.º. «Esta Vida (diz o P. Francisco José Freire, nas suas Reflexões sobre a lingua portugueza, parte 1.ª) é um arremedo da que nos deixou Jacinto Freire de Andrade. Tem polimento e pureza de phrase, mas commummente revestida de tanta pompa de palavras, que quem ler este escriptor logo o ha de julgar por poeta porque conceitua a cada passo, como homem arrebatado de enthusiasmo. Porém isto mais pertence ao estylo do que á simples locução.» D. Thomás Caetano de Bem qualifica Julio de Mello de «auctor de elocução purissima, e um dos que podem servir de mestres da lingua portugueza». E comtudo, o collector do Catalogo chamado da Academia recusou-lhe”. Referência: 1605JC010
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