RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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BHAGAVADGÎTÂ (THE) WITH THE SANATSUGÂTÎYA AND THE ANUGÎTÂ.

Translated by the late Kâshinâth Trimbak Telang, M.A. Second edition. In: The Sacred Books of the East translated by various oriental Scholars and edited by F. Max Müller. Volume VIII. Clarendon Press. Oxford. 1908.

De 23x15 cm. Com 442, [iv] pags. Encadernação de editor.

Exemplar com Ex-Libris «JO» no interior da folha anterior e assinatura a tinta na folha de anterrosto.

Bhagavad-Guitá, "Canção de Deus" em sânscrito, é um texto religioso. O texto relata o diálogo de Krishna, A Suprema Personalidade de Deus, a verdade absoluta e inconcebível, com Seu (seu discípulo guerreiro) em pleno campo de batalha. Arjuna representa o papel de uma alma confusa sobre seu dever, e recebe iluminação diretamente do Senhor Krishna, que o instrui na ciência da auto-realização. No desenrolar da conversa são colocados pontos importantes da filosofia divina, que incluía já na época elementos do bramanismo e do Sankhya. O Bagavad-Guitá é a essência do conhecimento védico da Índia e um dos maiores clássicos de filosofia e espiritualidade do mundo. A filosofia perene do Bagavad-Guitá tem intrigado a mente de quase todos os grandes pensadores da humanidade, tendo influenciado de maneira decisiva inúmeros movimentos espiritualistas.

O Sānatsujātiya é composto por cinco capítulos (Adyāya 41-46). Uma razão para a importância do Sānatsujātiya é o facto de ter sido comentada por Adi Shankara, o consolidador da doutrina Advaita Vedanta, e um dos mais importantes sábios, filósofos e místicos hindus. O seu núcleo parece ser os versos Tristubh (métrica védica de 44 sílabas (quatro padas de onze sílabas cada), ou qualquer hino composto nesta métrica) do início, em que o problema da morte é abordado. Seguem-se em “Shlokas”, (linha verso desenvolvido a partir da métrica poética védica Anustubh.), reflexões sobre Brahma e sabedoria, sobre os doze vícios e doze virtudes, e sobre brahmacarya (em sistemas da ioga e no bramanismo em geral, é a abstinência sexual. Essa prática é considerada purificadora e espiritualizante.).

O Anugita faz parte do Ashvamedhika Parva. Contém a conversa de Krishna com Arjuna, quando Krishna decidiu voltar para Dwaraka após a restauração do reino dos Pandavas. Os principais tópicos discutidos são transmigração das almas, os meios de alcançar a libertação, dharma, descrição dos gunas e ashramas.

Estes textos fazem parte do épico Maabarata, Mahabarata, Mahabharata ou Maha-Bharata, um dos dois maiores clássicos da Índia, juntamente com o Ramáiana. O texto é monumental, com mais de 74 000 versos em sanscrito, e mais de 1,8 milhões de palavras; se o Harivamsa for incluído como sendo anexo e parte da obra, chega-se a um total de 90 000 versos, compondo o maior volume de texto numa única obra humana.

Kashinath Trimbak Telang (1850-1893) era um Indologista e juiz indiano no Supremo Tribunal de Bombaim. Enquanto aluno tinha ganho a bolsa Bhugwandas em sânscrito, e nesta língua os seus estudos posteriores foram profundos. A sua tradução do Bhagavad Gita em prosa e verso para inglês é uma obra de referência, e disponível na compilação monumental de Max Müller, the Sacred Books of the East, vol. 8, as the Bhagavadgita With the Sanatsugâtiya and the Anugitâ (published 1882).


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Referência: 1606JR023
Local: 8-8-E-40

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