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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. SILVA ESTRADA. (Raimundo Manuel da) CONFRONTAÇÃO MINUCIOSA DOS DOIS POEMAS LUSIADAS, E ORIENTE,Ou DEFENSA IMPARCIAL Do Grande LUIZ DE CAMÕES Contra as Invectivas, e Embustes do Discurso Preliminar do Oriente Composto pelo Padre José Agostinho De Macedo, em que se prova as suas falsas originalidades: obra escripta em vida deste Reverendo Author, e até agora não impressa. Seu author Raymundo Manoel da Silva Estrada. LISBOA, Na Imprensa Nevesiana. 1834. Com liçença. In 4.º de 20x13 cm. Com 56 págs. Encadernação com lombada em tela encerada com ferros a seco. Pastas em papel marmoreado. Exemplar com sinais de manuseamento, algumas manchas de humidade. Muito raro já na época de Inocêncio. Gralha na numeração das páginas com 10 em vez de 35. Obra incluída na violenta polémica que opôs José Agostinho de Macedo a muitos escritores do início do século XIX, por ocasião dos ataques a Camões, publicados juntamente com a sua edição do poema, O Oriente. Importante para o estudo da recepção da obra de Camões na transição do século XVIII para o século XIX. A confrontação entre Os Lusíadas (1572), de Luís de Camões, e O Oriente (1814), do Padre José Agostinho de Macedo, reflete um dos maiores duelos literários da história de Portugal. Enquanto Camões fundou a língua moderna através de uma epopeia mitológica, onde a mitologia greco-latina é sagrada e funcional, e deuses como Vénus e Baco interagem diretamente com os navegadores, elevando os feitos humanos a uma escala divina, Macedo procurou 'emendar' a obra de Camões sob um prisma neoclássico e racionalista, realizando um 'processo higienizador'. Como padre e seguidor das luzes, Macedo via os deuses pagãos como um erro estético e espiritual. Em O Oriente, a mitologia é reduzida a meras alegorias ou figuras de erudição, sem qualquer poder real sobre a ação histórica. Raimundo Manuel da Silva Estrada foi um autor português do século XIX, lembrado principalmente pelo seu papel na defesa da honra literária de Luís de Camões face aos ataques de José Agostinho de Macedo, sendo esta a sua obra mais relevante. Embora não tenha sido um autor de vasta produção original, é também autor de uma obra satírica publicada no contexto da Guerra Civil de 1828-1834: Epicédio à morte de Telles Jordão. Lisboa. Na imp. Nevesiana, 1834. Referências: Referência: 2509RS642
Local: M-4-D-64 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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