RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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GAILLARDET. (Théodore Fréderic) MÉMOIRES DU CHEVALIER D'ÉON. [2 VOLS.]

Publiés pour la première fois Sur les papiers fournis par sa famille, et d"après les matériaux authentiques Déposés aux archives des affaires étrangères, Par..., Auteur de la tour de nesle [drame]. Tome premier [Tome Deuxieme]. BRUXELLES, Société Belge De Librairie, etc. Hauman, Cattoir et Comp.e. 1837.

2 Volumes in 6.º de 16x10,5 cm. Com xvi, 300; [iv], 305, [i em br] págs. Encadernações inteiras de pele, com rótulos e ferros a ouro nas lombadas. Cortes das folhas mosqueados e folhas de guarda marmoreados.

Exemplares com falhas superficiais de pele, selo branco de posse de Oyril E. de Beck Spitzer nas folhas de anterrosto, machas de humidade; e assinatura de posse coeva de 1942 na folha de rosto do segundo volume.

Foi publicado um terceiro volume.

Contém um prefácio nas páginas preliminares do primeiro volume. Páginas finais dos volumes com índice dos capítulos. Obra tem no geral 21 capítulos divididos de 1-13 no primeiro volume e de 14-21 no segundo volume. Inclui notas de rodapé.

Biografia histórica que se centra na figura enigmática do Chevalier d’Éon (Charles-Geneviève-Louis-Auguste-André-Timothée d’Éon de Beaumont), diplomata, espião, militar e personalidade célebre do século XVIII francês, cuja identidade de género suscitou intensa controvérsia na Europa da época. A obra acompanha toda a trajectória do Chevalier d’Éon desde a juventude e educação em França; missões diplomáticas secretas ao serviço de Louis XV; actividades de espionagem em Londres e São Petersburgo; conflitos políticos com ministros franceses; disputas públicas sobre o seu sexo biológico; adopção oficial de identidade feminina na parte final da vida.

Gaillardet apresenta o livro como uma investigação baseada em documentos autênticos, correspondência diplomática e arquivos familiares.

Cavaleiro Charles-Geneviève-Louis-Auguste-André-Timothée d’Éon de Beaumont (Tonnerre, França, 1728 — Londres, 1810), foi um agente secreto francês, de cujo nome deriva o termo “eonismo”, que designa a tendência para adoptar o vestuário e os modos do sexo oposto. A sua primeira missão foi junto da imperatriz russa Isabel, em 1755, ocasião em que parece ter-se disfarçado de mulher. Após prestar bons serviços como capitão de dragões, foi para Londres em 1762 com o duque de Nivernais (Louis Jules Mancini). Ao regressar a Versalhes com o Tratado de Paris ratificado (1763), recebeu a Cruz de São Luís. Enviado de novo para Londres com instruções secretas do rei para actividades de espionagem, envolveu-se numa disputa com o embaixador francês, mas recusou regressar a França.

Em Londres começou então a especulação acerca do sexo do cavaleiro. Por fim, necessitando de dinheiro, fingiu perante Beaumarchais, em 1775, que era realmente uma mulher. Convencido disso, Beaumarchais conseguiu obter-lhe uma pensão, mas d’Éon recebeu ordens para regressar a França vestido com trajes femininos. Em 1777 recebeu a seguinte determinação: “Por ordem do rei: Charles-Geneviève-Louise-Auguste-Andrée-Timothée d’Éon de Beaumont é intimado a abandonar o uniforme de dragão que usa e a vestir-se de acordo com o seu sexo.” A partir daí passou a usar sempre roupas femininas. Tendo regressado a Londres em 1785, aí morreu 25 anos mais tarde. Uma autópsia realizada dois dias após a sua morte confirmou que era biologicamente do sexo masculino.

Théodore Frédéric Gaillardet (1808 — 1882) foi um conhecido advogado, jornalista e notável escritor francês do século XIX. Após uma famosa desavença com Alexandre Dumas, em que processou este último pelos direitos autorais da célebre peça teatral La Tour de Nesle em 1832, que culminou em um duelo com pistolas, ele partiu para os Estados Unidos da América, onde viveu por cerca de 10 anos. Nesse período torna-se responsável pelo Courrier des Etats-Unis, jornal voltado ao público francófono, sendo correspondente de diversos jornais franceses. Em 1839, entrevistou o presidente Mirabeau B. Lamar e publicou cartas na Europa que ajudaram o Texas a ser reconhecido formalmente pela França. Ao retornar à Paris, continuou a escrever sobre os Estados Unidos, mantendo os parisienses informados dos acontecimentos do novo mundo. Nas eleições de 1860, Gaillardet apresentou sua perspectiva do processo eleitoral no artigo publicado no jornal La Presse, intitulado Les candidats a la présidence des États-Unis.

 2 volumes in 6° format, 16 × 10.5 cm. xvi, 300; [iv], 305, [i blank] pp. Full leather bindings, with labels and gilt tooled titles on the spines. Marbled edges and marbled endpapers.

Copies with superficial damage to the binding, an ownership blind stamp from Oyril E. de Beck Spitzer on the endpapers, water stains; and a contemporary ownership title dated 1942 on the title page of the second volume.

A third volume has been published.

Preface in the preliminary pages of the first volume. The final pages of each volume contain a chapter index. The work comprises a total of 21 chapters, numbered 1–13 in the first volume and 14–21 in the second volume. It includes footnotes.

A historical biography focusing on the enigmatic figure of the Chevalier d’Éon (Charles-Geneviève-Louis-Auguste-André-Timothée d’Éon de Beaumont), a diplomat, spy, military officer and celebrated figure of 18th-century France, whose gender identity sparked intense controversy in Europe at the time. The book traces the entire career of the Chevalier d’Éon, from his youth and education in France; secret diplomatic missions in the service of Louis XV; espionage activities in London and St Petersburg; political conflicts with French ministers; public disputes over his biological sex; to his official adoption of a female identity in the latter part of his life.

Gaillardet presents the book as a study based on authentic documents, diplomatic correspondence and family archives.

Chevalier Charles-Geneviève-Louis-Auguste-André-Timothée d’Éon de Beaumont (Tonnerre, France, 1728 — London, 1810) was a French secret agent, from whose name the term ‘eonism’ is derived, denoting the tendency to adopt the clothing and manners of the opposite sex. His first mission was to the Russian Empress Elizabeth in 1755, on which occasion he appears to have disguised himself as a woman. After distinguishing himself as a captain of dragoons, he went to London in 1762 with the Duke of Nivernais (Louis Jules Mancini). On his return to Versailles following the ratification of the Treaty of Paris (1763), he was awarded the Cross of Saint Louis. Sent back to London with secret instructions from the king to carry out espionage, he became embroiled in a dispute with the French ambassador but refused to return to France.

Speculation then began in London as to the knight’s sex. Eventually, in need of money, he pretended to Beaumarchais in 1775 that he was in fact a woman. Convinced of this, Beaumarchais managed to secure a pension for him, but d’Éon was ordered to return to France dressed in women’s clothing. In 1777, she received the following order: “By order of the King: Charles-Geneviève-Louise-Auguste-Andrée-Timothée d’Éon de Beaumont is hereby ordered to lay aside the dragoon’s uniform she wears and to dress in accordance with her sex.” From then on, she always wore women’s clothing. Having returned to London in 1785, he died there 25 years later. A post-mortem examination carried out two days after his death confirmed that he was biologically male.

Théodore Frédéric Gaillardet (1808–1882) was a well-known French lawyer, journalist and notable writer of the 19th century. Following a famous dispute with Alexandre Dumas, in which he sued the latter over the copyright of the celebrated play La Tour de Nesle in 1832 – a dispute that culminated in a pistol duel – he left for the United States of America, where he lived for around 10 years. During this period, he became editor of the Courrier des Etats-Unis, a newspaper aimed at a French-speaking audience, whilst also serving as a correspondent for various French newspapers. In 1839, he interviewed President Mirabeau B. Lamar and published letters in Europe that helped Texas to be formally recognised by France. On his return to Paris, he continued to write about the United States, keeping Parisians informed of events in the New World. In the 1860 elections, Gaillardet presented his perspective on the electoral process in an article published in the newspaper La Presse, entitled Les candidats à la présidence des États-Unis.


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Referência: 2605RS137
Local: SACO RS840-51


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